quarta-feira, outubro 17

SERÁ QUE ESTAMOS INJETANDO “SOPA NA VEIA” DAS EMPRESAS?



Doses de sopa e café com leite foram injetadas em duas idosas em hospitais diferentes em um curto período de tempo no Estado do Rio de Janeiro. Mas será que outros erros também acontecem em outras áreas profissionais?

Uma dose de café com leite injetada, por engano, na veia pode ter causado a morte da aposentada de 80, segundo a família. Mas este é o segundo caso de morte de paciente supostamente causada por erro de enfermagem no Estado em menos de uma semana, pois uma aposentada de 88 anos morreu após uma enfermeira injetar sopa em sua veia.

Estes são casos que vieram à tona pela mídia, pois a morte de um ser humano é gravíssimo, que vem a ter uma repercussão gigantesca perante a sociedade que passa a cobrar destes profissionais mais atenção no que fazem. Mas será que há outros profissionais de outras áreas que cometem erros parecidos? Será que há profissionais injetando “sopa na veia” das empresas?

A formação profissional deve ser analisada de forma macro e não apenas em sala de aula ou no estágio que deve ser supervisionado, mas durante todo o tempo que se exerce uma profissão. Não se deve admitir no vocabulário a frase “terminei os estudos”, porque os estudos não terminam, o conhecimento é contínuo. “O conhecimento é um processo constante de movimento e mudança, voltado para o futuro, na medida em que influencia a tomada de decisão e implica ação de significado relevante”.  (Carbone, 2009, p.38). Enquanto houver alunos na busca do diploma ou dizendo que faço a exercício proposto se houver “ponto”, será complicado formamos profissionais que estejam empenhados no alcance dos objetivos das empresas.

Os profissionais que já estão atuando no mercado de trabalho devem analisar se já contribuíram para o desenvolvimento da empresa que trabalham, e se são competentes no que fazem.  “Entende-se competências humanas como combinações sinérgicas de conhecimentos, habilidades e atitudes, expressas pelo desempenho profissional dentro de determinado contexto organizacional, que agregam valor a pessoas e organizações”. (Carbone, 2009, p.43).

A estratégia defensiva para sobreviver ao mercado de trabalho pode não ser o que as empresas desejam hoje de um profissional. O que se percebe são empresas contratando através da “Gestão por Competências” e esta mudança passa a ser primordial para o alcance dos objetivos organizacionais. Ter pessoas capacitadas e comprometidas, que entendam que a empresa deve ser cuidada, tratada com informações precisas, criatividades, inovações que fazem com que a ela se desenvolva saudavelmente e viva durante muitos anos é o que deseja todo empresário. Sendo assim, é responsabilidade da área de Gestão de Pessoas a diminuição da lacuna (GAP) entre os profissionais que a empresa precisa e os existentes na organização.

Não se deve colocar a imagem profissional e a imagem de uma empresa em risco. A busca pela competência deve ser contínua e incansável. Ser proativo, mesmo que haja pressões no dia-a-dia, ser capital intelectual, traz benefícios não só para a saúde das empresas como também para toda a sociedade.   Pois o mercado e a mídia estão ai, para desmascara a incompetência daqueles que injetam “sopa na veia” das empresas.

Referência:

CARBONE, Pedro Paulo et al. Gestão por competências e gestão do conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009.

Idosa morreu após receber café com leite na veia, acusam parentes. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/72245-idosa-morreu-apos-receber-cafe-com-leite-na-veia-acusam-parentes.shtml. Acesso em: 17 out. 2012.

segunda-feira, outubro 1

10 dicas para arrasar em apresentações e seminários


01/03/2012
Confira alguns conselhos que irão te ajudar a manter o público entretido, convencer a banca de avaliadores e acalmar a ansiedade.

A maioria das apresentações, seja em aulas expositivas ou de trabalhos acadêmicos, é muito chata. Normalmente, os oradores têm dificuldade em transmitir o conteúdo proposto sem serem monótonos ou ficarem nervosos demais. Se você precisa se preparar paraapresentar um trabalho escolar,monografia ou dar uma aula, não fique na mesma situação.



Confira a seguir 10 dicas para que você faça uma apresentação interessante e convincente, com muita competência:

Como fazer apresentações: 1) Construa uma história

Apresentações que apenas "jogam" informações para os ouvintes sem contextualização ou significado são muito chatas. Ao invés de fazer algo assim, conte uma história. Faça uma introdução com alguma ilustração que exemplifique aquilo que você quer transmitir. Você pode usar pessoas da plateia como personagens, por exemplo. Esse tipo de método não apenas entretêm a audiência, como também facilita o entendimento.

Como fazer apresentações: 2) Mantenha a relevância

Platéias só prestam atenção para histórias e tópicos que são imediatamente relevantes. Considere o tipo de avaliação que você quer receber, ou o produto que deseja vender, e ao redor desse objetivo desenvolva seu tópico.

Como fazer apresentações: 3) Faça introduções (muito) curtas

Um falatório que descreva você, sua empresa ou pesquisa, como você chegou a esse assunto, etc, apenas entendia as pessoas. Mantenha sua introdução apenas para o que for obrigatório para avaliação e entendimento do assunto, e não passe disso.

Como fazer apresentações: 4) Comece com uma revelação ou choque

Introduza seu discurso com dados de um fato chocante, uma revelação surpreendente ou uma perspectiva inédita e única que naturalmente te leve para a mensagem que você quer passar.

Como fazer apresentações: 5) Faça discursos curtos e enxutos

Qual foi a última vez que você ouviu alguém reclamar por que uma palestra foi muito curta? Diminua pela metade o tempo de apresentação que você planejou originalmente. Não se esqueça que quando estamos nervosos falamos mais do que planejado. Você deve levar isso em conta também.

Como fazer apresentações: 6) Use fatos e não generalize

Conceitos confusos refletem pensamentos confusos. Reforce seus argumentos com histórias e dados que sejam quantificáveis, verificáveis, relevantes e interessantes.

Como fazer apresentações: 7) Use planos de fundo simples

Fundos de plano em apresentações digitalizadas devem ser simples e limpos. Imagens muito detalhadas apenas dificultam e distraem a atenção dos ouvintes. Use um fundo simples, de uma cor neutra e básica.

Como fazer apresentações: 8) Use fontes legíveis

Da mesma forma que os planos de fundo, as fontes também devem ser básicas. Além do estilo, as fontes devem ter a cor e o tamanho ideias. Use tamanhos grandes e fonte simples, como a Arial. Evite negritos,itálicos ou usar apenas letras MAIÚSCULAS.

Como fazer apresentações: 9) Não exagere nos efeitos

Você deseja que seu público lembre-se de sua mensagem e não de quantos efeitos especiais você usou para transmiti-la. Em quase todos os casos, quanto mais simples melhor. Não exagere em efeitos de transição de slides ou movimentos do texto.

Como fazer apresentações: 10) Cheque seu equipamento com antecedência

Essa dica vale, principalmente, para quem for usar recursos digitais. Se você for usar o PowerPoint, projetores e pen-drive ou CDs, garanta que estão todos configurados corretamente e funcionando. Não se esqueça de fazer uma cópia online de seu arquivo, caso você perca a apresentação em seu pen-drive, assim poderá consultá-la de qualquer lugar. Quando chegar ao local da apresentação, confira todos os equipamentos, cabos e tomadas. Dessa forma, você não irá passar por surpresas e poderá fazer sua apresentação sem preocupar-se com imprevistos.


terça-feira, setembro 18

PLANO DE MARKETING NA PRÁTICA - Dudu Gentil

PLANO DE MARKETING NA PRÁTICA - Dudu Gentil

O QUE É PLANO DE MARKETING? 

Um plano de marketing identifica as oportunidades que podem gerar bons resultados para a organização, mostrando como penetrar com sucesso para obter as posições desejadas nos mercados (COBRA, 1992). De acordo com Las Casas (2001, p. 18), “o plano de marketing estabelece objetivos, metas e estratégias do composto de marketing em sintonia com o plano estratégico geral da empresa”. 

Para Westwood (1991 p. 19): Um plano de marketing é um documento que formula um plano para comercializar produtos e/ou serviços. O plano de marketing global da companhia pode ser composto a partir de uma série de planos de marketing menores para produtos ou áreas individuais. Ainda Westwood (1991), o plano de marketing disciplina o planejador a colocar suas idéias, fatos e conclusões de uma maneira lógica que pode ser seguidos por outros. 

O plano de marketing é à base do plano estratégico, pois determina, através de estudos de mercado, até mesmo o que, como e quando será produzido um bem, serviço ou idéia para a posterior venda a indivíduos ou grupos (COBRA, 1991). A certeza de que o marketing é a ferramenta gerencial que mais influencia a evolução do homem e da sociedade já não é mais novidade. A busca incessante pela satisfação de necessidades e desejos, mesmo os mais utópicos, tem levado o homem ao progresso, em termos sociais e tecnológicos, e a resposta para a solução de determinadas necessidades. É o que todos os administradores de marketing consideram genialidade (SCHEIDT, 2000, p.81). 

Os planos de marketing oferecem vários benefícios. Um plano de marketing bem feito ajuda os membros do departamento de marketing a reconhecer onde seus esforços devem estar concentrados e a observar e tirar o melhor proveito das oportunidades no mercado. Também proporciona um meio de medir o desempenho do departamento de marketing pela comparação dos resultados com os objetivos (CHURCHILL e PETER, 2000, p.101). 

TIPOS DE PLANOS

Existem tipos de planos diferentes, para diferentes propósitos e não apenas um plano de marketing de “companhia”. Serão detalhados como: plano completo, plano básico, plano histórico e plano para um novo produto.(WESTWOOD, 1996). 

Plano completo: seria apropriado para o plano global de marketing da empresa e outros planos de marketing mais importantes. 

Plano básico: este já se enquadra mais com mercados bem delimitados e poderia ser mais útil ao tratar de um único produto. Não inclui a informação sobre orçamento e o demonstrativo de resultados. 

Plano histórico: é uma avaliação da posição atual. Pode ser usado como a primeira etapa de um plano global ou ser utilizado para uma série de produtos diferentes a fim de se decidir qual dele tem o maior potencial. Geralmente engloba somente até o diagnóstico. 

Plano para novos produtos: não existem dados históricos de venda, mas sim do produto que ele vai substituir ou de concorrentes. Caso seja um produto completamente novo, retém-se apenas na análise de mercado e concorrência. O orçamento é muito importante neste tipo de plano. 

METODOLOGIAS UTILIZADAS

Percebe-se que as metodologias apresentadas por diferentes autores para a confecção de um plano de marketing têm muitas semelhanças. Essas metodologias possuem algumas diferenças, mas basicamente a formulação do plano segue a mesma linha de raciocínio. 

A seguir serão exemplificadas algumas metodologias. De acordo com Kotler (2000), o plano de marketing possui as seguintes etapas para a formulação: 

1. Missão do negócio; 2. Análise do ambiente externo (oportunidades e ameaças); 3. Análise do ambiente interno (pontos fortes e fraquezas); 4. Formulação de metas; 5. Formulação de estratégias; 6. Formulação de programas; 7. Implementação; 8. Feedback e controle. 

Segundo Skacel (apud LAS CASAS, 2001), o desenvolvimento de plano de marketing deve conter seis etapas: 1. Prepare um plano; 2. Liste problemas e oportunidades; 3. Mencione objetivos específicos; 4. Desenvolva estratégias; 5. Estabeleça orçamentos; 6. Projete vendas e lucros.

Já a metodologia desenvolvida por Westwood (apud LAS CASAS, 2001), possue as seguintes etapas a serem cumpridas na elaboração de um plano de marketing:

1. Estabeleça objetivos corporativos; 2. Realize pesquisa de marketing externa; 3. Realize pesquisa de marketing interna; 4. Realize uma análise de pontos fortes e fracos / oportunidades e ameaças; 5. Estabeleça objetivos de marketing e planos de ação; 6. Desenvolva estratégias de marketing e planos de ação; 7. defina programas que incluam propaganda / plano de promoções; 8. Estabeleça orçamentos; 9. Escreva o plano; 10. Comunique o plano; 11. Use sistema de controle para o plano; 12. Reveja e atualizeo plano. 

A metodologia desenvolvida por Bangs (apud LAS CASAS, 2001) é a seguinte: 

1. Estabeleça a missão; 2. Defina objetivos de marketing para o próximo ano e próximos três anos; 3. Defina objetivos de vendas e lucros para o próximo ano e para os próximos três anos; 4. Desenvolva produtos e serviços; 5. Detrmine mercado-alvo; 6. Análise potencial do mercado; 7. Decida como você irá atingir os objetivos; 8. Identifique problemas potenciais; 9. Implemente e controle cronogramas; 10. Revise e atualize. 

Para Legrain e Magain (apud LAS CASAS, 2001) a elaboração de um plano de marketing deve conter as seguintes etapas: 

1. Pesquise e análise dados internos; 2. Pesquise e análise os dados externos; 3. Determine objetivos; 4. Defina estratégia de desenvolvimento; 5. Fixe os objetivos de venda; 6. Marketing mix - escolha dos meios; 7. Desenvolva um plano de ação; 8. Início de realização; 9. Mensure. 

Las Casas (2001) observa que em todas as metodologias analisadas tem, sem exceção os seguintes componentes: 

a) Análise (diagnóstico) do ambiente interno e externo da empresa, identificando os pontos fortes e fracos, bem como as oportunidades e ameças; b) Diretrizes da empresa (missão, visão, objetivos, metas, políticas); c) Direcionamento das estratégias ou meios que se prentende atingir.; d) Sistema de controle e avaliação. 

Conclui-se então que metodologia desenvolvida por Las Casas (2001) que compreende em duas etapas é a base para o desenvolvimento de um plano de marketing: 

1. Diagnóstico estratégico - onde será realizado a análise do ambiente externo, identificando as oportunidades e ameaças, e também será analisado o ambiente interno, este identificando os pontos fortes e fracos; 2. Prognóstico – plano de marketing propriamente dito, que compreenderá em determinar a missão, visão, objetivos e metas, estratégias, planos de ação, plano de custos, implementação, avaliação e controle.

LEIA TAMBÉM: http://docentes.esgs.pt/fernando-gaspar/ESGS/MkgII/PlanoMkg.htm
Plano Estratégico de Marketing: http://www.webartigos.com/artigos/planejamento-estrategico-marketing-aplicado/17037/

quinta-feira, maio 17

O que o Google conta para os recrutadores sobre você

São Paulo – Os limites e cuidados para não acabar com sua reputação nas redes sociais já foram mais do que alardeados. No dia a dia, vale lembrar que a vida digital não se resume ao que você posta ou vivencia no Facebook, LinkedIn, Twitter e afins. E isso se estende para questões de carreira também.

Embora as redes sociais sejam figuras carimbadas no processo de seleção, quase todos os recrutadores consultados por EXAME.com afirmam que uma busca no Google é indispensável para determinados cargos. “Eu deixo isso para os três finalistas em cargos de alta gestão”, conta João Marco, diretor-executivo da Michael Page.
E ele admite que informações encontradas no Google já ajudaram a mudar os rumos de um processo de seleção – como quando descobriu que um dos candidatos finalistas a um cargo executivo foi um dos pivôs de um escândalo financeiro numa antiga companhia.
Agora é fato que os dados coletados na internet não acabam com as chances de um candidato sozinhos. “É uma ferramenta e como tal faz apenas parte do processo. Não é o fim do processo”, afirma Paulo Weinberger, da 2GET.
Mas pode dar algumas pistas valiosas para os recrutadores. “A mentira sempre teve perna curta, mas hoje com o acesso a mais informações é desmascarada mais rápido”, diz o diretor da Michael Page.

1 Contexto da sua experiência profissional
Quem não é prolixo e segue as regras para um currículo ideal lista apenas as empresas que trabalhou, o período, atribuições e resultados. Mas, em alguns casos, uma busca básica no Google pode revelar a situação da companhia no período que você trabalhou por lá. Dados que, dependendo do contexto, podem revelar muito sobre seu perfil profissional.
Por exemplo, se a pessoa trabalhava na área de logística da empresa, posso encontrar notícias que apontem problemas na cadeia de distribuição que geraram um prejuízo justamente na época em que o candidato atuava na companhia.
“Com base nessas informações, posso fazer um novo contato com ele para checar qual foi a participação dele, por exemplo”, diz o diretor da Michael Page. “Mas é preciso bom senso para avaliar a situação”.
2 Referências mais “desbocadas”
É fato que quase ninguém colocaria na sua lista de referências alguém que pode criticar seu trabalho. Certo? Pois, alguns recrutadores conseguem descobrir na internet outros nomes capazes de avaliar seu perfil profissional, como ele realmente é.
“Se sentirmos que o contato não passa credibilidade, buscamos outro contato para verificar aquela informação”, afirma Leonardo Rebbit, CEO da Curriculo Autêntico, empresa de auditoria de currículos.
3 Seus hobbies e afinidades
Na equação final, descobrir quais fóruns você participa na internet ou encontrar seu nome no site de algum grupo específico, evidentemente, não será mais importante do que sua experiência ou formação. Mas pode revelar se seus valores, por exemplo, podem ser compatíveis com o da empresa.
As suas interações em ferramentas como o Yahoo! Respostas também podem revelar mais do que você imagina. “Há pessoas que vão à internet perguntar informações sobre doenças, por exemplo. Dependendo da periodicidade desta prática, é possível conhecer o histórico de saúde do candidato”, diz Rebbit.
Palestras, artigos e entrevistas
“No início de carreira, você encontra mais dados pessoais do profissional na internet. Mas conforme ele vai crescendo na carreira, isso começa a se inverter”, afirma Weinberger, da 2GET.
Isso significa que, dependendo da sua área de atuação e posição hierárquica, todas as palestras que participou, artigos que escreveu e entrevistas que deu podem aparecer no radar do recrutador. E podem contar ou subtrair pontos da visão que ele terá de você.
5 Atos falhos
Inscrever seu currículo em diversas plataformas de recrutamento pode ser uma boa estratégia para ampliar suas chances. Mas, para os discípulos de Pinóquio de plantão, este pode ser o caminho para a própria cova.
“Se há discrepâncias entre estes currículos pode ser sinal de que há mentira ali”, diz Rebbit, que criou um método próprio para se blindar contra mentirosos profissionais.
Fonte: www.exame.com.br (IBE Business Education FGV)

quarta-feira, maio 16

Para falar de educação corporativa: Empowerment

Hoje, antes de falar efetivamente sobre o tema que escolhi para a coluna, quero contar duas pequenas histórias que, para mim, acrescentam muito e servem bem ao propósito de descortinar o que chamo de empowerment na educação corporativa.
No Interior de Minas Gerais, na zona rural do Vale do Jequitinhonha, um garoto franzino de 17 anos, assistindo às dificuldades que sua família enfrentava com a chegada do período das secas, resolveu partir para o chamado “corte de cana” no Interior de São Paulo. Lá, com muito esforço, conseguiu ganhar dinheiro para ajudar sua família e a cada ano ficava mais tempo que os outros. A surpresa de todos foi maior quando ele anunciou que não iria mais trabalhar como cortador de cana. Havia conseguido um emprego fixo como carregador em uma empresa de transportes. Nessa empresa, foi incentivado a estudar e como sempre foi muito dedicado e interessado, em pouco mais de 03 anos, já havia concluído o segundo grau, vários cursos de aperfeiçoamento na área de transportes e já era supervisor de cargas. Além de suas excelentes avaliações de desempenho devido à postura e resultados obtidos, ele também conseguiu melhorar a casa em que seus pais viviam no Interior de Minas Gerais, investir na saúde deles e ainda servir de exemplo para que seus irmãos também começassem a estudar.
Já no Rio de Janeiro, na capital, há outro caso interessante de uma mulher, que trabalhava como catadora de lixo e, com seus 36 anos, resolveu aproveitar um convênio que a associação de catadores fechou com um grupo educacional e começou a estudar. Partiu do antigo terceiro ano do primeiro grau, onde havia parado, e com 04 anos já estava concluindo o segundo grau. De catadora, passou a auxiliar de escritório da associação, onde aprendeu a resolver tudo ligado às questões administrativas. Encantada pela área, ela resolveu então fazer faculdade. Como não foi aprovada na Universidade Federal, se arriscou em um curso particular de administração, onde conseguiu um financiamento estudantil. Hoje, essa mulher, aos 46 anos, estuda pós-graduação em gestão de pessoas, assumiu o cargo de gerente de RH em uma empresa de terceirização de pessoal e continua dando consultoria para a associação que a ajudou em seu despertar educacional e profissional.
Essas duas histórias, reais, eu conto com muita felicidade e orgulho, porque acompanhei de perto e pude testemunhar o valor da educação como transformadora de vidas. E aqui, na discussão de hoje, elas se encaixam perfeitamente porque trazem um lado importante da dinâmica empresarial. Essas pessoas não teriam mudado suas histórias de vida se não tivessem sido municiadas com os instrumentos certos para o seu desenvolvimento.
É o que chamo de empowerment pela educação corporativa. Obviamente ele acontece em todas as instâncias, quando um sujeito é exposto às oportunidades de conhecimento, mas cabe aqui restringir nossa discussão ao campo corporativo, onde considero extremamente valoroso esse processo. E é necessário entendermos o que é esse empowerment do sujeito. Para alguns autores da área de educação, esse processo acontece em algumas esferas com o sujeito, onde ele passa a perceber os contextos de forma diferente. Zimmerman (2000) propõe que a análise passe por três níveis:
- Nível Individual: caracterizado como empowerment psicológico, este nível marca a mudança das percepções pessoais de controle, da abordagem proativa face à vida e do conhecimento/entendimento crítico do ambiente sociopolítico.
- Nível Organizacional: Para o autor, nesse nível, o sujeito passa a entender melhor os processos e estruturas que permitem sua efetiva participação na vida da empresa em que trabalha e também como pode melhorar a sua condição nos cenários de competição, utilizando melhor os recursos disponíveis;
- Nível Comunitário: Já nesse nível, o indivíduo se apodera de uma nova maneira de ver e agir diante da comunidade, aumentando o sentido da vida coletiva e proporcionando o estabelecimento de novas relações em face dos objetivos comuns que este percebe naquele convívio.
O autor ainda afirma que o bem-estar individual está diretamente ligado aos contextos em que o indivíduo está inserido e que as pessoas precisam de oportunidades para participar na melhoria da qualidade de vida, tanto individualmente, como nas empresas em que trabalham e nas comunidades de que fazem parte.

E o próprio nome, que não tem uma tradução exata para o português, pode ser apropriado como empoderamento, em um nível mais coletivo, ou o ato de dar poder a alguém por meio da oportunidade de crescimento. Para o sujeito, esse processo acontece no nível do apoderar-se da oportunidade e transformá-la em resultados no seu percurso formativo e de desenvolvimento pessoal e profissional.
Obviamente que, como todo processo de conceder poder em uma organização, é preciso que haja ferramentas de medição, mensuração e até de controle. Planos de carreira e sucessão, por exemplo, devem ser acompanhados de perto, com objetivos muito bem definidos e as amarrações estratégicas para que não se perca o investimento feito. As pessoas estão sujeitas ao mercado e suas constantes oportunidades. Assim, não basta criar um plano de carreiras. É preciso fazer com que ele seja conhecido e que os colaboradores percebam seu valor e se engajem naquela proposta como um objetivo de realização profissional.
As histórias que contei no início só reforçam um ponto que toco sempre que é o caráter estratégico e, ao mesmo tempo, social, que reside nas iniciativas corporativas ligadas à educação. As empresas podem e devem implementar ações estruturadas de educação continuada para seus colaboradores, considerando todos os níveis de desenvolvimento. O empowerment nesse sentido está em abrir ambientes educacionais para que as pessoas absorvam e troquem conhecimentos e técnicas que vão proporcionar o desenvolvimento individual, da empresa e dos negócios e, porque não, das comunidades envolvidas. É o que chamamos de educação estratégica e que deve ser gerida com inteligência e planejamento.
As empresas, como organismos sociais vivos, passam sempre por transformações e mudanças e fazer a gestão desses processos não é fácil. Envolver os colaboradores da melhor forma nos processos de mudança demanda, destes, uma percepção mínima do seu poder individual e de sua importância nos ambientes e eventos gerados a partir do cenário em questão. E para isso, nada melhor do que a educação para auxiliar na condução desses processos, abrindo novas perspectivas para que os colaboradores possam perceber e reverter essa percepção em ações individuais e coletivas voltadas à sustentabilidade da empresa e suas propostas de desenvolvimento em todos os níveis.
E você? O que pensa sobre o empowerment na educação corporativa? Deixe sua opinião!
Até o próximo!
Ubirajara Neiva
Gestor de Educação Corporativa

ZIMMERMAN, M. A (2000). Empowerment theory. Psychological, organizational andcommunity levels of analysis . In J. Rappaport & E. Seidman (Eds.), Handbook of Community Psychology . 43-63. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers.

quarta-feira, abril 11

Profissionais em gestão: UM BREVE ESTUDO SOBRE MOTIVAÇÃO HUMANA

Como se Caracteriza um Comportamento Motivado? A Identificação de um Motivo Pode Auxiliar na Compreensão do Comportamento Humano?


Acesse o link: UM BREVE ESTUDO SOBRE MOTIVAÇÃO HUMANA


JULIO CESAR S. SANTOSProfessor, Consultor e Palestrante. Articulista do Jornal do Commercio (RJ), Autor do livro: “Qualidade no Atendimento ao Cliente” (Ed. Clube de Autores) e Co-Autor de "Trabalho e Vida Pessoal - 50 Contos Selecionados" (Ed. Qualytimark, Rio de Janeiro, 2001).

quarta-feira, março 28

A importância da leitura


sexta-feira, março 2

Coordenadores de cursos tecnólogos falam sobre Rh, Logística e Marketing

"Para o profissional o diploma é um cartão de crédito, e que o crédito dele é o conhecimento. Em todas as portas que tiver que passar o cartão, ele tem que ter um saldo de conhecimento". (Profº. Aureliano Tavares - UNIGRANRIO)


http://www.cra-rj.org.br/site/cra_rj/noticias/020312.asp

quinta-feira, março 1

Blog sobre Marketing

Indico o Blog do Prof. JULIO CESAR S. SANTOS - "Profissionais em Gestão".
http://profigestao.blogspot.com/
E a leitura da edição de março da Revista Marketing & Vendas (clique no link)

sábado, janeiro 14

Você quer ser Custo ou Capital Intelectual?


Finalmente as empresas estão transformando o Recursos Humanos em áreas estratégicas e analisando as pessoas como parceiros que trazem o desenvolvimento para a organização

De acordo com o Departamento Pessoal, a Contabilidade e o Financeiro, as pessoas que trabalham em uma organização são consideradas custos (direto ou indireto). Mas o Departamento de Recursos Humanos (sendo este estratégico), não pensa em ter pessoas como custos na organização.

Mas como saber se um funcionário é custo ou não? De acordo com o Livro Gestão de Pessoas de Chiavenato, o Século XX teve três importantes Eras: Era Clássica (1900 – 1950), Era Neoclassica (1950 – 1990) e Era da Informação (após 1990). Alguns teóricos dizem que hoje vivemos na Era da Informação e do Conhecimento, mas penso que vivemos mesmo é na Era do Conhecimento.

A informação está em qualquer lugar: nos jornais impresso ou televisivo, na internet, nos livros, nos tablets... Claro que não está disponível para todos, mas a maioria tem acessibilidade. Mas, e o conhecimento? Não adianta informar se não ha a busca, e a partir do momento que se busca a informação passasse a ter o Conhecimento. Veja:

Conjunto de Dados = Informação = Conhecimento = Criatividade e Inovação = Capital Intelectual.

Desta forma podemos dizer que quando a pessoa detém a Informação ela passa a ter Conhecimento. Para que esse Conhecimento seja bem utilizado a pessoa deve desempenhar as habilidades conceituais, técnicas e humanas, porque já sabemos que apenas o QI (Quociente de Inteligência) não faz com que a pessoa evolua, pois somos seres sociais, sendo assim, dependemos de outras pessoas por isso a importância de um QE (Quociente de inteligência) ou Inteligência Emocional.

Tendo o Conhecimento e difundindo o mesmo, fazendo dele uma forma de criar e inovar, o funcionário passa a ser Capital Intelectual. E o Capital Intelectual constitui o maior patrimônio que uma empresa possa ter. Pois como é dito por vários teóricos “o maior patrimônio de uma organização são as pessoas que nela trabalham”, sem as pessoas os outros recursos (materiais, financeiros, tecnológicos) não são nada.

O Capital Intelectual de uma empresa dever ser bem administrado, pois sendo um bem precioso os concorrentes passam “a ficar de olho”, pois querem para si, aquilo que não é valorizado pelo concorrente. Sendo assim, o trabalho do Departamento de Recursos Humanos nada mais é que recrutar e reter este capital, dando-lhe qualidade de vida, remuneração justa e treinamentos adequados para que o que é bom se torne cada vez melhor.

E para saber se você é ou não um Capital Intelectual mande currículos e demonstre sua pretensão salarial. Se você não receber respostas imediatas, reflita sobre suas habilidades e estude mais seus pontos fracos. Esteja sempre aberto para as novas ideias e tenha atitude.

Então? Você e Custo ou Capital Intelectual?

sexta-feira, janeiro 13

MEUS PENSAMENTOS EM EVOLUÇÃO

Fiquei me perguntando por muito tempo: O que educação tem a ver com sucesso? Qual a importância de se ter desafios? Uma conclusão que cheguei é que desafios extraordinários produzem pessoas extraordinárias. E isso é um processo educacional. 
Profº João Carlos Melo Silva (*)


Quando uma pessoa se frustra duas reações acontecem. A primeira é de raiva e a segunda de tristeza. Mas você precisa saber que a frustração faz parte da vida e isso faz parte da educação para o sucesso. Quando você trabalha com metas tem que entender que a palavra mais importante é foco e esta deve vir somada à palavra atitude. Isso é educação, pois você acabará percebendo que quando faz antes o que está em segundo lugar, perde o foco. Isto é, não saberá trabalhar prioridades.


Há casais que brigam e repetem constantemente que vão se separar, que não aguentam mais e como tudo aquilo que você pensa acaba crescendo, com o tempo, acabam mesmo se separando. Assim, se você pensa em medo, em dor, em tristeza, em alegrias, em resultados, em riqueza... Tudo isso crescerá e irá gerar uma forte tendência de virar realidade. Um tubarão não cresce quando colocado no aquário. Ele só crescerá no mar. Assim também, a educação para o sucesso força você a sair do aquário, da telinha, a pensar grande e voltar-se para o alto. Não há nada pior que levantar de manhã e não ter objetivos, não saber o que vai fazer. Salvo quando está curtindo suas férias. 

Como você poderá acertar o alvo se não consegue vê-lo? O fracasso no planejamento é o planejamento do fracasso. Você deve ter sonhos, mas os desafios da educação te ensinam a trabalhar com metas. Um sonho sem metas é uma mera fantasia, não te leva a lugar nenhum. O professor sabe que seus sonhos passam pelo conhecimento, mas na verdade, te preparam para a vida, para enfrentar o mundo, a concorrência, tudo... 

Se você tem dificuldade de ler, leia um livro pequeno para começar. Não vá querer ler a biblioteca inteira de uma vez. Metas são assim, com números. Isso se chama termômetro educacional. “Eu lembro que meu pai, hoje com 75 anos, começou a ler meus livros com 70 debaixo do pé de uma mangueira e hoje já leu todos os meus livros. Minha mãe com 52 outro dia me disse que estava na página 100 do meu livro mais novo e que estava tão motivada que queria voltar a fazer alguma coisa, que precisava trabalhar”. 

Como foram construídas as pirâmides? Pedra por pedra... Como Noé fez a arca? Tábua por tábua... Simples assim. Pequenos números que se tornam gigantes.  E você? O que está esperando? Na maratona da vida, as pequenas metas nos levam a realização dos grandes sonhos. Educação é preparar-se para sonhar e fazer. Simples assim.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus! 

(*) Prof. Adm. João Carlos de Melo Silva
     Professor de Administração e Marketing
   Consultorias e Planejamentos Empresariais
               msn: jcmelosilva@hotmail.com
                   www.unoparvirtual.com.br
                 profjoaocarlos.blogspot.com
                   @joocarlosmelo
                            Tel: (21) 9664-1655

quinta-feira, janeiro 5

A MOTIVAÇÃO ESTÁ DENTRO DE VOCÊ

A motivação é um requisito essencial no caminho para a meta. Boa parte dos nossos resultados dependerá dele. A motivação está dentro de você. Ela nasce de você e lhe pertence.
Profº João Carlos Melo Silva (*)

Essa é a razão pela qual você não deve esperar nada de ninguém, só de si mesmo. Se os seus objetivos e sonhos forem claros, a motivação crescerá, o fará agir e se aproximar dos melhores resultados. Se você é daqueles que aspiram a resultados fantásticos, não vai simplesmente esperar que as coisas aconteçam. Você vai buscar oportunidades e sabe que elas são astutas, entram pela porta dos fundos. Portanto, esteja motivado e preparado.

Sua dedicação e perseverança também te aproximam dos resultados. Pensar sai barato, não custa nada e você acaba compreendendo que o mais importante é essa “liberdade mental”. Nada muda se a sua mente não mudar. Você nunca será livre se a sua mente e o seu espírito estiverem presos à carências, a pensamentos errados, à crenças antigas, a histórias de fracassos e frustrações. Você é fruto de seus pensamentos. Sua motivação e suas metas serão a sua realidade. Não vai acertar o alvo se não puder vê-lo. Nunca irá realizar seus sonhos se não enxergá-lo.

Antes de conquistar um sonho, você precisa ter um forte desejo de vê-lo realizado. Sua vida é o seu tempo. Você dispõe de 24 horas por dia para fazer o que quiser com elas. Um grande sonho espera por ser conquistado. Muito do que aconteceu no passado ficou por lá, mas, sem que você soubesse, esse passado te preparou para o sucesso de amanhã. 

Tempo é sinônimo de vida! Não há nada pior na vida que perder tempo, porque tempo é sinônimo de viver e perder tempo é perder vida. Tem gente que vive dormindo, que está descansando, desligada há anos. Descansar é bom, é necessário, porém, não use mais tempo do que precisa para voltar às atividades. Sabe por que existem pessoas que vivem o tempo todo descansando? Provavelmente porque conquistaram alguma coisa, tiveram sucesso e então pensaram: "Já cheguei onde queria chegar, já consegui, já realizei". E agora que já têm o que queriam, descansam... Dormem nos louros da vitória e no êxito do passado, vivem de lembranças, das fotos amarelas do que já foi e relaxam, nem percebem que já quase não existem mais fotos impressas. O resultado, é que acabam escravos do que conseguiram e são infelizes. 

Outros ainda, não conseguiram nada e ficam revoltados e essa revolta paralisa o cérebro, o coração, não fazem mais nada. Os motivados fazem, os desmotivados reclamam. O futuro o encontrará como um escravo se você apenas estiver descansando. Coloque-se em movimento. Não deixe passar as oportunidades e elas são astutas, entram pela porta dos fundos. Esteja preparado. 

O rei Salomão disse: "Durma um pouco e mais um pouco e, quando acordar, terão roubado tudo o que você construiu".  Há uma missão que você precisa cumprir. Se não fizer isso, outro fará em seu lugar e você passará o resto da vida lamentando-se porque não foi. Não importa o tempo que leve, se você plantou irá colher. Essa atitude acabará com a carência e trará abundância. Prosperidade não é ter uma benção, é ter acesso à fonte das bênçãos. Não é ter roupa, porque hoje você tem e amanhã ela estará velha ou rasgada. Prosperidade é ter acesso a quem lhe proporciona a roupa, à fonte, e essa fonte está dentro de você.

É preciso você querer e ter foco para chegar até essa fonte e ter o controle de sua vida. Não importa o tamanho da crise ou do seu problema, a riqueza está no seu coração através de suas atitudes, sua motivação, sua busca por coisas melhores, a excelência. Esta percepção faz com que na vida nós encontramos novos ricos que são ex-pobres e também novos pobres que são ex-ricos, isto é, pessoas que perderam o foco.

Um vendedor não tira pedido, ele fecha negócios porque se relaciona com seus clientes e potencializa seus resultados porque se interessa pelos problemas e questões do seu cliente, do seu mercado e toma atitudes em relação a isso. A sua riqueza está nos seus relacionamentos. Quanto mais bem relacionado você for, mais possibilidade de retorno terá. Quanto mais estreito for o seu mundo, menos possibilidades de crescimento surgirão na sua vida. Se o seu círculo de amizades resume-se a quatro ou cinco pessoas e sempre os mesmos, chegará um momento em que suas bênçãos ficarão reduzidas porque Deus coloca bênçãos nas pessoas e quanto mais pessoas você conhecer mais possibilidades serão acrescentadas em sua vida. Enfim, seja humilde para aprender e mais humilde ainda para ensinar às pessoas. Hoje elas estão embaixo, amanhã uma delas poderá estar acima de você. 

A sua atitude pode trabalhar a favor ou contra. A diferença entre o veneno e o remédio está na dose. Esta dose chama-se comprometimento. Multiplique suas bênçãos e seus resultados! 

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
(*) Prof. Adm. João Carlos de Melo Silva
     Professor de Administração e Marketing
   Consultorias e Planejamentos Empresariais
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